Jana Bacana e Emma Tommant, diretamente do Teatro da Neura, fizeram as honras para a primeira participação de Khalil Gomes no Festival Dezindie. Jovial, talentoso, criativo e ousado, Khalil apresentou ao vivo algumas de suas canções e conversou com as apresentadoras sobre como suas diversas andanças pelo mundo o influenciam na composição musical.

Situações inusitadas na vida de Khalil, canções belas em si, frases fortes e esperançosas – “É floresta de pé e fascismo no chão” – marcam essa participação no Dezindie 12.1.

Com origens no samba e nas lutas pelo protagonismo das mulheres, Lívia Barros, Juliana Rodrigues e Heloise Gomes Ferreira, trouxeram ao Festival um debate muito profundo sobre a sociedade brasileira. Tanto no papo com Manu Manuela e Agenor, o contador, quanto nas músicas, trouxeram à tona questões históricas e da atualidade, discutindo muitos dos desafios que nos cercam rumo ao futuro.

Trazemos como encerramento para os registros desta edição reduzida do Dezindie, uma fala de Lívia Barros: “A arte é a nossa maneira de nos manter vivos”.